Dominando o vizinho

 

Estava meu apartamento no 18º andar quando recebi a mensagem do vizinho do 17º: “Não consigo dormir… tá afim de receber visita?”

Deixei a porta entreaberta. Minutos depois, Guilherme entrou. 28 anos, corpo definido, bunda empinada e cara de quem queria levar pau. Usava só uma regata e uma bermuda de academia.

Mal fechou a porta, eu já estava em cima dele. Segurei seu pescoço com firmeza e o beijei com força, língua dominando a dele. Minhas mãos desceram direto pra bunda, apertando e abrindo as nádegas por cima da bermuda.

"Tira tudo", ordenei.

Guilherme tirou a roupa rapidinho, ficando completamente nu. O pau dele estava duro, mas menor que o meu. Meu pau já latejava, grosso e venoso, apontando pra cima.

Ajoelhei ele no tapete da sala. Segurei sua cabeça com as duas mãos e enfiei meu pau na boca dele até o fundo. Fodi sua garganta com estocadas longas e profundas, fazendo ele babar inteiro, lágrimas escorrendo enquanto engasgava.

"Chupa gostoso… isso… engole até o talo."

Depois de deixar ele bem babado, levantei ele e levei pro quarto. Joguei Guilherme de bruços na cama, empinei aquela bunda redonda e comecei a comer ele com a língua. Lambia, chupava e enfiava a língua fundo no cuzinho apertado, enquanto masturbava ele devagar.

"Por favor, Thiiago… me fode…"

Cuspi bastante no cu dele, posicionei a cabeça do meu pau e empurrei devagar. Senti ele se abrindo, centímetro por centímetro, até minhas bolas encostarem na bunda. Guilherme gemeu alto, apertando os lençóis.

"Caralho… você é grosso pra porra…"

Comecei a meter. Primeiro devagar, depois cada vez mais forte. Logo estava socando fundo, com estocadas pesadas, minhas bolas batendo na bunda dele. Segurava a cintura dele com força e metia como um animal.

"Rebola nessa pica, vai", mandei.

Guilherme obedeceu, empinando mais e rebolando enquanto eu metia. Dei vários tapas fortes na bunda dele, deixando marcas vermelhas.

Virei ele de lado, levantei uma perna dele e continuei metendo fundo, olhando nos olhos dele. Meu pau entrava e saía brilhando, abrindo ele inteiro a cada estocada.

"Você é minha putinha hoje, né?"

"Sou… sou sua putinha, Thiiago…"

Coloquei ele de quatro de novo, puxei os braços pra trás e meti com tudo. O quarto estava cheio do som molhado de pele contra pele e dos gemidos dele.

Senti que ele ia gozar. Meti ainda mais forte, acertando a próstata sem parar. Guilherme gozou primeiro, jatos fortes no lençol sem nem tocar no pau.

Não parei. Continuei socando até sentir meu próprio orgasmo chegando. Segurei a cintura dele com força e gozei fundo dentro do cu, porra quente, grossa, enchendo ele inteiro. Dei mais algumas estocadas profundas, esvaziando tudo.

Quando tirei o pau, o cu dele ficou piscando, vermelho e vazando minha porra lentamente.

Guilherme caiu na cama ofegante. Eu deitei do lado, passei a mão na bunda marcada dele e falei baixinho:

"Da próxima vez vou te foder na varanda… com você gemendo pra cidade toda ouvir."

Obrigado por chegar até o fim!

Este conto foi escrito exclusivamente para este blog.

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