Era fim de tarde na academia, pesos batendo, suor escorrendo por todo lado. Terminei o treino pesado, corpo brilhando de suor, pau já semi-duro na bermuda apertada só de imaginar o que viria depois. O novinho, o Pedro, 21 anos, magrinho mas com bunda redonda e empinada, pele clara e olhar tímido, tava treinando do lado, sempre olhando de canto, corando quando eu passava. No vestiário quase vazio, ele entrou atrás de mim, hesitante. "Thiiago... você é... tipo, o cara que manda aqui, né?" Eu ri grave, tirei a regata suada, exibindo o peitoral marcado e abdômen tanquinho. "Sou o macho alfa, novinho. E você tá aqui pra quê? Pra ser minha puta?" Ele corou forte, mas assentiu: "Quero... experimentar. Me usa." Puxei ele pro canto escuro, contra os armários. "De joelhos, vadia. Mostra o quanto quer rola de macho." Ele caiu de joelhos no chão frio, olhos vidrados no volume. Abri a bermuda devagar, pau de 21cm grosso saltando livre, veias saltadas, baban...
Era uma quinta-feira à noite. Depois da academia, tava subindo as escadas do prédio quando a porta do 801 abriu. Era a Vera, 51 anos, coroa gostosa pra caralho. Corpo ainda firme, peitos grandes e pesados, bunda redonda, quadril largo e um olhar de quem não transava direito há anos. Viúva há pouco tempo, mas o marido anterior “não dava conta” fazia tempo. Ela tava com um robe de seda preto semi-aberto, quase sem nada por baixo. “Thiiago… pode entrar rapidinho? Meu ar-condicionado parou de funcionar e tá um calor insuportável.” Eu entrei. Mal fechei a porta e ela já deixou o robe cair no chão. Corpo maduro completamente nu na minha frente: peitos caídos mas ainda bonitos, buceta com penugem grisalha molhada brilhando, coxas grossas. “Não aguento mais, Thiiago… faz meses que não sinto um pau de verdade. Meu marido só ficava vendo TV. Me fode como se eu fosse uma puta de 20 anos.” Não falei nada. Tirei a camisa, mostrando o corpo tatuado e definido. Vera lambeu os lábios. “Meu Deus…...