Moramos no décimo primeiro andar de um prédio à beira-mar em Vitória. Eu, 33 anos, casado há oito com a Juliana, uma mulher bonita, mas que depois do segundo filho perdeu boa parte da fome de sexo. Eu continuava o mesmo: tesão alto, mente suja e corpo ainda firme de quem treina quatro vezes por semana.
Foi numa noite quente de janeiro que tudo começou.
Estava na sacada fumando um cigarro quando vi a luz acesa no apartamento de cima. A sacada do 1202. Ela estava lá. Letícia. 28 anos, recém-separada, corpo de academia, pele morena, cabelo cacheado até a cintura e um jeito de andar que parecia rebolar de propósito. Já tinha cruzado com ela algumas vezes no elevador. Sempre educada, sorriso no canto da boca, mas o olhar… o olhar entregava.
Naquela noite ela vestia só um baby-doll preto curto. O vento colava o tecido fino no corpo, marcando os bicos dos seios e a curva da bunda. Ela me viu. Em vez de entrar, apoiou os cotovelos na grade e olhou direto pra mim.
— Não consegue dormir também, vizinho? perguntou, voz baixa e rouca.— Calor demais, respondi.Ela sorriu devagar.— É… o calor tá foda mesmo.
Ficamos em silêncio uns segundos, só nos olhando. Depois ela virou de costas, fingindo olhar o mar, mas empinando a bunda de leve. O baby-doll subiu e vi que não estava usando calcinha. A boceta depilada apareceu por um instante. Meu pau endureceu na hora dentro da bermuda.
No dia seguinte, Juliana viajou para passar uma semana na casa da mãe em Colatina. Mal ela saiu de casa e eu já recebi uma mensagem no Instagram (tínhamos trocado semanas antes “por causa do condomínio”).Letícia:
“Sua esposa viajou né?
”
Não respondi com texto. Mandei só uma foto da minha mão segurando o pau por cima da bermuda, bem marcado.
Ela visualizou na hora e mandou um áudio gemendo baixinho:
“Desce aqui. Agora.”
Entrei no elevador com o coração batendo forte. Quando a porta do 1202 abriu, Letícia estava completamente nua. Corpo brilhando, como se tivesse passado óleo. Os seios médios firmes, bicos escuros arrepiados, a boceta inchada e já molhada.
Não falou nada. Apenas me puxou pela camisa, fechou a porta e me beijou com fome. Língua quente, gemendo na minha boca enquanto esfregava a mão no meu pau.
— Tô louca pra sentar nesse pau desde o dia que te vi, murmurou.
Ajoelhou ali mesmo no hall de entrada. Puxou minha bermuda pra baixo e meu pau pulou duro na cara dela. Grosso, veioso, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Letícia olhou pra cima com cara de safada e engoliu tudo de uma vez, sem aviso. Garganta quente, babando, chupando com força enquanto massageava minhas bolas.
— Caralho… que boca gulosa, grunhi, segurando o cabelo cacheado dela.
Ela babava inteiro, cuspia, batia o pau na língua e voltava a engolir até o fundo. Olhos lacrimejando, mas sem parar. Eu fodia a boca dela com vontade.
Levantei ela pelos cabelos, beijei com força e levei pro sofá. Abri as pernas dela. A boceta estava encharcada, pingando. Passei a língua devagar do cu até o clitóris. Letícia arqueou as costas gemendo alto:
— Isso… lambe minha buceta, vizinho safado… come ela com a língua.
Chupei, mordi de leve, enfiei dois dedos fundo enquanto sugava o clitóris. Ela gozou pela primeira vez tremendo, jorrando na minha boca.
Não dei tempo. Virei ela de quatro no sofá, empinei aquela bunda gostosa e meti tudo de uma vez. Bem fundo. Letícia gritou de prazer.
— Ai caralho! Que pau grosso… me fode!
Comecei a estocar forte. O barulho do meu saco batendo na boceta dela enchia a sala. Metia com raiva, segurando a cintura fina. Dava tapas na bunda enquanto ela rebolava pedindo mais.
— Me fode como sua esposa não deixa… me usa!
Puxei o cabelo, forcei ela a arquear mais e meti ainda mais fundo. Troquei de buraco. Cuspi no cuzinho dela e fui enfiando devagar. Letícia gemeu alto, mas empurrou a bunda pra trás, engolindo meu pau no cu.
— Isso… me arromba o cu também… sou sua puta agora.
Fodi os dois buracos alternando, deixando os dois vermelhos e escorrendo. Ela gozou pela segunda vez com meu pau no cu, apertando tanto que quase gozei junto.
Tirei, sentei no sofá e mandei ela sentar de frente. Letícia desceu devagar, engolindo meu pau na boceta até o talo. Começou a cavalgar com força, os seios pulando, suor escorrendo no corpo. Eu chupava os bicos enquanto ela quicava.
— Quero gozar dentro… posso? rosnei.
— Goza… enche minha buceta casado safado… me enche toda!
Segurei a bunda dela e meti pra cima com tudo. Gozei forte, jorrando muito dentro dela. Letícia tremeu gozando junto, apertando meu pau com a boceta.
Ficamos ofegantes, suados, meu pau ainda dentro dela pulsando.
Ela sorriu, me beijou e sussurrou no meu ouvido:
— Sua esposa volta só semana que vem, né?
Então eu ainda tenho muitos dias pra você me foder todos os buracos…
Foi numa noite quente de janeiro que tudo começou.
Estava na sacada fumando um cigarro quando vi a luz acesa no apartamento de cima. A sacada do 1202. Ela estava lá. Letícia. 28 anos, recém-separada, corpo de academia, pele morena, cabelo cacheado até a cintura e um jeito de andar que parecia rebolar de propósito. Já tinha cruzado com ela algumas vezes no elevador. Sempre educada, sorriso no canto da boca, mas o olhar… o olhar entregava.
Naquela noite ela vestia só um baby-doll preto curto. O vento colava o tecido fino no corpo, marcando os bicos dos seios e a curva da bunda. Ela me viu. Em vez de entrar, apoiou os cotovelos na grade e olhou direto pra mim.
— Não consegue dormir também, vizinho? perguntou, voz baixa e rouca.— Calor demais, respondi.Ela sorriu devagar.— É… o calor tá foda mesmo.
Ficamos em silêncio uns segundos, só nos olhando. Depois ela virou de costas, fingindo olhar o mar, mas empinando a bunda de leve. O baby-doll subiu e vi que não estava usando calcinha. A boceta depilada apareceu por um instante. Meu pau endureceu na hora dentro da bermuda.
No dia seguinte, Juliana viajou para passar uma semana na casa da mãe em Colatina. Mal ela saiu de casa e eu já recebi uma mensagem no Instagram (tínhamos trocado semanas antes “por causa do condomínio”).Letícia:
“Sua esposa viajou né?
Não respondi com texto. Mandei só uma foto da minha mão segurando o pau por cima da bermuda, bem marcado.
Ela visualizou na hora e mandou um áudio gemendo baixinho:
“Desce aqui. Agora.”
Entrei no elevador com o coração batendo forte. Quando a porta do 1202 abriu, Letícia estava completamente nua. Corpo brilhando, como se tivesse passado óleo. Os seios médios firmes, bicos escuros arrepiados, a boceta inchada e já molhada.
Não falou nada. Apenas me puxou pela camisa, fechou a porta e me beijou com fome. Língua quente, gemendo na minha boca enquanto esfregava a mão no meu pau.
— Tô louca pra sentar nesse pau desde o dia que te vi, murmurou.
Ajoelhou ali mesmo no hall de entrada. Puxou minha bermuda pra baixo e meu pau pulou duro na cara dela. Grosso, veioso, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Letícia olhou pra cima com cara de safada e engoliu tudo de uma vez, sem aviso. Garganta quente, babando, chupando com força enquanto massageava minhas bolas.
— Caralho… que boca gulosa, grunhi, segurando o cabelo cacheado dela.
Ela babava inteiro, cuspia, batia o pau na língua e voltava a engolir até o fundo. Olhos lacrimejando, mas sem parar. Eu fodia a boca dela com vontade.
Levantei ela pelos cabelos, beijei com força e levei pro sofá. Abri as pernas dela. A boceta estava encharcada, pingando. Passei a língua devagar do cu até o clitóris. Letícia arqueou as costas gemendo alto:
— Isso… lambe minha buceta, vizinho safado… come ela com a língua.
Chupei, mordi de leve, enfiei dois dedos fundo enquanto sugava o clitóris. Ela gozou pela primeira vez tremendo, jorrando na minha boca.
Não dei tempo. Virei ela de quatro no sofá, empinei aquela bunda gostosa e meti tudo de uma vez. Bem fundo. Letícia gritou de prazer.
— Ai caralho! Que pau grosso… me fode!
Comecei a estocar forte. O barulho do meu saco batendo na boceta dela enchia a sala. Metia com raiva, segurando a cintura fina. Dava tapas na bunda enquanto ela rebolava pedindo mais.
— Me fode como sua esposa não deixa… me usa!
Puxei o cabelo, forcei ela a arquear mais e meti ainda mais fundo. Troquei de buraco. Cuspi no cuzinho dela e fui enfiando devagar. Letícia gemeu alto, mas empurrou a bunda pra trás, engolindo meu pau no cu.
— Isso… me arromba o cu também… sou sua puta agora.
Fodi os dois buracos alternando, deixando os dois vermelhos e escorrendo. Ela gozou pela segunda vez com meu pau no cu, apertando tanto que quase gozei junto.
Tirei, sentei no sofá e mandei ela sentar de frente. Letícia desceu devagar, engolindo meu pau na boceta até o talo. Começou a cavalgar com força, os seios pulando, suor escorrendo no corpo. Eu chupava os bicos enquanto ela quicava.
— Quero gozar dentro… posso? rosnei.
— Goza… enche minha buceta casado safado… me enche toda!
Segurei a bunda dela e meti pra cima com tudo. Gozei forte, jorrando muito dentro dela. Letícia tremeu gozando junto, apertando meu pau com a boceta.
Ficamos ofegantes, suados, meu pau ainda dentro dela pulsando.
Ela sorriu, me beijou e sussurrou no meu ouvido:
— Sua esposa volta só semana que vem, né?
Então eu ainda tenho muitos dias pra você me foder todos os buracos…
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