O entregador que virou minha puta depois da entrega

 

Eu tava sozinho em casa naquela noite quente quando a campainha tocou. Abri a porta só de cueca boxer preta e lá estava o entregador, o Lucas, 24 anos, moreno, corpo definido e aquela bunda redonda marcando na bermuda justa.

Ele me entregou a sacola, mas demorou pra soltar a mão. Nossos olhares se cruzaram e eu já senti que ele queria algo a mais. Convidei ele pra entrar pra beber uma água. Assim que fechei a porta, empurrei ele contra a parede e colei meu corpo no dele.

Você ficou me olhando enquanto subia, né? Quer rola?

Lucas respirou fundo, nervoso, mas respondeu baixinho que sim. Não perdi tempo. Levei ele pro quarto, tirei minha cueca e mostrei meu pau duro, grosso, 20cm latejando. Mandei ele ficar de joelhos e chupar.

Ele obedeceu na hora. Engoliu meu pau com vontade, babando tudo, tentando descer o máximo que conseguia. Eu segurava a cabeça dele e fodia sua boca com calma, sentindo a garganta apertar. O putinho gagava mas não parava, olhos cheios de tesão.

Depois levantei ele, tirei toda a roupa e coloquei de quatro na cama. A bunda dele era perfeita. Cuspi no cu rosado, enfiei dois dedos pra abrir e posicionei meu pau. Meti devagar no começo, sentindo ele se abrindo pra mim. Lucas gemia alto enquanto eu entrava inteiro.

Quando ele acostumou, comecei a socar mais forte, fundo, dando tapas na bunda enquanto metia. Ele rebolava pedindo mais, gemendo feito uma vadia: 

Me fode, Thiiago… me arromba!

Virei ele de costas, coloquei as pernas no meu ombro e continuei metendo enquanto olhava nos olhos dele. O pauzinho dele babava sem nem tocar. Acelerei o ritmo até ele gozar forte, jatos grossos batendo no próprio peito.

Senti que eu também não ia aguentar. Meti até o talo e gozei dentro dele, enchendo aquele cu apertado com porra quente. Fiquei lá dentro pulsando enquanto terminava de gozar.

Quando tirei o pau, a porra escorreu devagar pelo cu dele. Mandei ele limpar. Lucas virou e chupou meu pau sujo, lambendo tudo com cara de satisfeito.

Ainda deitado na cama, ele me olhou e falou baixinho: Posso voltar amanhã depois do último delivery? Eu só sorri e passei a mão na bunda marcada dele e disse: Pode. 

Obrigado por chegar até o fim!

Este conto foi escrito exclusivamente para este blog.

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