As coroas da piscina

 

Eu estava passando o fim de semana na casa de praia de um amigo quando conheci elas.  

Mônica, 48 anos, corpo ainda firme, silicone nos seios, bunda empinada de academia e uma cara de puta experiente.  

Renata, 52 anos, amiga dela, loira, peitos naturais enormes, cintura grossa e um apetite sexual que rivalizava com o de qualquer novinha.

As duas estavam na piscina à noite, bebendo vinho, usando só biquínis minúsculos. Quando me viram chegando de bermuda, Mônica sorriu maliciosa:

Olha só o que o vento trouxe… vem cá, garotão.

Não perdi tempo. Pulei na piscina e logo estava entre as duas. Mônica me beijou primeiro, língua experiente, mão já descendo pra dentro da minha bermuda e segurando meu pau grosso. Renata veio por trás, beijando meu pescoço e apertando meu peito.

Nossa… que pauzão duro pra caralho, Renata murmurou no meu ouvido.

Saímos da piscina e fomos pra espreguiçadeira. Tirei a bermuda e meu pau ficou apontando pra cima, latejando. As duas coroas ajoelharam na minha frente como duas putas famintas.

Mônica chupava a cabeça enquanto Renata lambia as bolas e a virilha. Depois trocavam, babando no meu pau, se beijando com a cabeça dele no meio. As duas experientes faziam um boquete perfeito, garganta profunda, saliva escorrendo, olhando pra mim com cara de safadas.

Levantei Mônica, tirei o biquíni dela e sentei ela no meu pau. A buceta dela era quente, molhada e ainda apertada. Comecei a meter forte, fazendo aqueles peitos siliconados balançarem na minha cara. Renata sentou na minha cara, esfregando a buceta madura e carnuda na minha boca enquanto eu chupava ela.

Isso, garoto… come essa coroa gostosa, Mônica gemia enquanto rebolava no meu pau.

Troquei: coloquei Renata de quatro na espreguiçadeira e meti nela por trás. A bunda dela era macia e grande, balançando a cada estocada. Enquanto eu fodia Renata, Mônica se deitou embaixo dela e chupava o clitóris da amiga, lambendo também meu pau entrando e saindo.

As duas gemiam alto, sem vergonha nenhuma. Mudei de posição várias vezes: fodi Mônica de lado enquanto Renata sentava na cara dela, depois botei as duas de quatro uma do lado da outra.

Metia em uma, tirava e metia na outra, alternando as bucetas maduras e molhadas.

Quero porra dentro, Renata pediu, voz rouca.

Gozei primeiro dentro dela, enchendo aquela buceta experiente de porra quente. Quando tirei, Mônica veio correndo e lambeu tudo que escorria, depois chupou meu pau limpo.

Ainda duro, voltei pra Mônica, meti de novo e gozei pela segunda vez dentro dela, enchendo até transbordar.

As duas coroas ficaram deitadas na espreguiçadeira, pernas abertas, bucetas vermelhas e pingando minha porra, se beijando e rindo satisfeitas.

Mônica olhou pra mim com um sorriso safado:

Amanhã traz mais dois amigos… a gente quer fazer uma festinha com coroas e garotões.

Obrigado por chegar até o fim!

Este conto foi escrito exclusivamente para este blog.

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