Vapor e desejo

 

A sauna do clube era quase vazia às 23h. O vapor quente e denso tomava conta do ambiente, deixando o ar pesado e cheiro de eucalipto misturado com suor masculino. Eu estava sentado no banco de madeira mais alto, só com uma toalha branca enrolada na cintura, peito e abdômen brilhando de suor.

Foi quando ele entrou.

Enzo, 31 anos, corpo de nadador: ombros largos, peito definido, abdômen marcado e pernas fortes. A toalha dele mal conseguia esconder o volume entre as pernas. Nossos olhares se cruzaram através do vapor. Ele sentou de frente pra mim, abrindo um pouco as pernas, me provocando.

Não precisei de palavras. Levantei, deixei a toalha cair e fiquei completamente nu na frente dele. Meu pau já estava semi-duro, grosso e pesado. Enzo olhou direto pro meu pau e lambeu os lábios.

Aproximei-me devagar. Segurei a nuca dele com firmeza e puxei sua cabeça pra frente. Ele não resistiu. Abriu a boca e engoliu meu pau até a metade, gemendo enquanto sentia o gosto. Segurei os cabelos dele e comecei a foder sua boca com estocadas lentas e profundas, batendo no fundo da garganta.

"Chupa direito, porra...", rosnei.

Enzo babava inteiro, olhos lacrimejando, mas não parava. Segurava minhas coxas e tentava engolir cada vez mais fundo. O som molhado da garganta dele ecoava na sauna quente.

Puxei ele pra cima, virei de costas e empinei aquela bunda redonda e musculosa. Cuspi direto no cu dele e comecei a comer com a língua, enfiando fundo, abrindo ele com vontade. Enzo gemia como uma puta, empinando mais pra mim.

"Quer levar pau, né?"

"Quero... me fode, Thiiago."

Posicionei meu pau na entrada e empurrei devagar, sentindo o cu apertado dele me engolindo centímetro por centímetro. Quando estava todo dentro, soltei um gemido rouco e comecei a meter.

Forte. Fundo. Sem piedade.

Segurava a cintura dele com as duas mãos e socava, bolas batendo contra a bunda dele. O calor da sauna deixava nossos corpos escorregadios de suor. Enzo gemia alto, mão no próprio pau se masturbando enquanto eu o fodia.

Mudei a posição: sentei no banco e puxei ele pra cima de mim, de costas. Enzo sentou no meu pau devagar, descendo até engolir tudo. Começou a cavalgar, rebolando gostoso, subindo e descendo enquanto eu dava tapas fortes na bunda dele.

"Rebola nessa pica, vai...", mandei.

Ele acelerou, gemendo meu nome. Segurei os braços dele pra trás e meti de baixo pra cima com força, estocadas brutais que faziam ele tremer.

Senti que ele ia gozar. Apertei o pescoço dele levemente e meti mais fundo. Enzo gozou primeiro, jatos fortes de porra caindo no chão da sauna, cu apertando meu pau ritmadamente.

Não aguentei. Dei mais algumas estocadas fundas e gozei dentro dele, porra quente, grossa, enchendo seu cu inteiro. Fiquei pulsando lá dentro enquanto ele tremia no meu colo.

Quando tirei o pau, minha porra escorreu pelo cu dele, pingando no banco. Enzo virou, ajoelhou e limpou meu pau com a boca, lambendo tudo com devoção.

Ficamos em silêncio por um tempo, só o som da respiração pesada e o vapor ao redor.

Antes de sair, ele olhou pra mim com um sorriso safado:

"Volta amanhã?"

Eu sorri de volta, passando a mão no rosto dele:

"Volto. E da próxima vou te foder no vestiário também."

Obrigado por chegar até o fim!
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