A dor que faz gozar

 

Eu tinha preparado tudo no quarto escuro do apartamento. Luzes vermelhas baixas, cordas pretas de seda penduradas na cabeceira da cama, palmatória de couro, pinças de mamilo, mordaça e o meu cinto favorito dobrado sobre a mesinha.

Quando a porta abriu, ela entrou: Valentina, 26 anos, corpo perfeito, pele clara que marca fácil. Vestia apenas um robe preto de seda. Seus olhos brilhavam de medo e tesão."Tira o robe e fica de joelhos", ordenei com voz firme.

Ela obedeceu imediatamente. O robe caiu no chão, revelando os seios médios com mamilos já duros, a buceta depilada e a bunda redonda que eu adorava castigar.

Caminhei ao redor dela, arrastando o cinto no chão. Parei atrás e dei o primeiro golpe, forte, seco, no meio da bunda. O som ecoou no quarto. Valentina soltou um gemido agudo."Conta."

"Um... Obrigada, Senhor."

Dei mais nove golpes seguidos, alternando entre as nádegas. A pele dela ficou vermelha, com marcas perfeitas do cinto. Cada golpe fazia ela gemer mais alto, e eu via o mel escorrendo pela parte interna das coxas."Levanta."Amarrei os pulsos dela com as cordas de seda, suspendendo os braços acima da cabeça, presa na estrutura da cama. Ela ficou na ponta dos pés, corpo esticado, completamente exposta.

Comecei com as mãos. Tampei a boca dela com uma mão e dei tapas fortes nos seios, alternando esquerda e direita. Os seios dela ficaram vermelhos, mamilos inchados. Valentina choramingava contra minha palma, mas rebolava o quadril pedindo mais.

Peguei as pinças de mamilo com corrente. Prendi uma de cada vez, apertando bem. Ela gritou de dor. Puxei a corrente devagar, esticando os mamilos enquanto enfiava dois dedos na buceta encharcada dela."Olha como você tá molhada com dor, sua masoquista safada..."Meti os dedos com força, curvando pra acertar o ponto G, enquanto puxava a corrente. Valentina tremia inteira, lágrimas escorrendo, mas a buceta apertava meus dedos como se não quisesse soltar.

Tirei os dedos e enfiei meu pau grosso de uma vez só. Comecei a foder ela com estocadas brutais, enquanto puxava a corrente das pinças e dava tapas no rosto e nos seios.

"Mais forte, Senhor... Por favor...", ela implorou entre gemidos.

Segurei o pescoço dela com firmeza (pressão controlada) e meti com fúria, o som molhado da buceta ecoando junto com o barulho dos tapas. Tirei uma pinça e chupei o mamilo dolorido com força, mordendo em seguida. Valentina gozou violentamente, gritando, corpo convulsionando, buceta esguichando na minha barriga.

Não parei.

Tirei ela da corda, joguei de bruços na cama e amarrei os tornozelos e pulsos juntos (posição hogtie). Empinei aquela bunda vermelha e meti de novo, agora ainda mais fundo. Peguei a palmatória e comecei a bater enquanto fodia ela.

Cada tapa da palmatória coincidia com uma estocada forte.

"Você aguenta mais, né, vadia?"

"Sim, Senhor... Me usa... Me machuca..."

Aumentei o ritmo, metendo como um animal. Segurei os cabelos dela e puxei pra trás, arqueando o corpo enquanto socava fundo. Gozei pela primeira vez dentro dela, enchendo a buceta de porra quente.

Ainda duro, tirei e enfiei na boca dela, fazendo ela limpar meu pau e a própria buceta. Depois voltei pra buceta, metendo devagar, sentindo minha porra facilitar as estocadas.Valentina gozou mais duas vezes, uma delas só com palmadas fortes na bunda e meu pau bem fundo.

No final, desamarrei ela, deitei no peito dela e passei a mão nos cabelos suados."Você foi uma boa menina hoje", sussurrei.

Valentina sorriu fraca, corpo marcado, buceta inchada e pingando porra:

"Obrigada, Senhor Thiiago... Quando vamos fazer de novo?"

Obrigado por chegar até o fim!

Este conto foi escrito exclusivamente para este blog.

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