Lingerie rasgada

 

Cheguei no hotel de luxo em Curitiba depois de um dia exaustivo. Abri a porta da suíte e o cenário já me deixou com o pau semi-duro: as luzes estavam baixas, só um abajur vermelho iluminando o quarto. No meio do quarto, de costas pra mim, estava Letícia, 24 anos, corpo definido de academia, cintura fina e bunda empinada.

Ela usava um conjunto de lingerie vermelho sangue: sutiã meia-taça que mal segurava os peitos grandes e firmes, cinta-liga, calcinha fio-dental transparente e meias 7/8 de seda preta. Tudo novinho, comprado especialmente pra mim.

"Boa noite, Thiiago…" disse ela com voz manhosa, olhando por cima do ombro.

Não respondi com palavras. Joguei o blazer no chão, fui até ela e colei meu corpo no dela, roçando meu pau já duro na fenda da bunda. Segurei os cabelos dela com força e mordi o pescoço, fazendo ela gemer.

"Você tá uma puta gostosa hoje", rosnei no ouvido dela.

Minhas mãos desceram pelos seios, apertando forte por cima do sutiã. Depois desci até a calcinha e, sem aviso, puxei o fio-dental com as duas mãos e rasguei no meio com um movimento seco. O som do tecido rasgando deixou nós dois ainda mais loucos.

Letícia gemeu alto.

Ajoelhei atrás dela, empinei aquela bunda perfeita e enterrei minha língua direto na buceta molhada, lambendo tudo enquanto minhas mãos apertavam as coxas dela. Ela se inclinou pra frente, apoiando nas costas do sofá, empinando mais pra mim.

Levantei, tirei a roupa rápido e virei ela de frente. Rasguei o sutiã também, deixando os peitos pesados livres. Chupei os mamilos duros com força enquanto enfiava dois dedos bem fundo na buceta dela, metendo rápido.

"Olha no espelho", ordenei.

Havia um espelho enorme na parede do quarto. Posicionei ela de frente pra ele, eu atrás. Segurei o pescoço dela com uma mão (leve pressão) e meti meu pau grosso de uma vez só. Letícia gritou de prazer.

Comecei a foder ela com força, estocadas fundas e ritmadas, vendo tudo no espelho: os peitos dela balançando, minha mão no pescoço dela, cara de puta safada que ela fazia.

"Olha como você tá gostosa sendo comida", falei rouco.

Rasguei o resto da cinta-liga só por tesão e meti ainda mais forte, bolas batendo na buceta molhada. Ela gozou pela primeira vez, pernas tremendo, buceta apertando meu pau enquanto jorrava.

Não tirei. Continuei metendo, agora mais bruto. Segurei os dois braços dela pra trás e usei como alavanca pra socar fundo.

"Quero gozar dentro", avisei.

"Goza… me enche, Thiiago… me enche toda!"

Gozei forte, jatos grossos e quentes enchendo a buceta dela. Quando tirei, a porra escorreu pelas coxas, manchando as meias pretas.

Mas eu ainda tava duro.

Virei ela de frente pra mim, levantei uma perna dela e meti de novo, agora olhando nos olhos dela. Fodemos em pé, suados, olhando pro espelho de lado. Ela gozou pela segunda vez, unhas cravadas nas minhas costas.

No final, joguei ela na cama, abri bem as pernas e meti mais uma vez, devagar, sentindo minha própria porra facilitando as estocadas. Gozei pela segunda vez dentro dela, enchendo até transbordar.

Letícia ficou lá, deitada, buceta vermelha e cheia de porra, lingerie toda destruída ao redor do corpo, me olhando com cara de quem queria mais.

"Você destruiu minha lingerie nova…" disse ela sorrindo." 

Amanhã eu compro outra… e rasgo também."

Obrigado por chegar até o fim!

Este conto foi escrito exclusivamente para este blog.

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