O Corno na cadeirinha

 

Cheguei na casa deles às 21h, como combinado.  

O marido, Felipe, já estava sentado na cadeirinha que eles tinham comprado especialmente pra isso: uma poltrona pequena no canto do quarto, com as mãos amarradas nos braços e uma mordaça leve na boca.

Sua esposa, Júlia, 29 anos, estava linda pra caralho. Vestia uma lingerie vermelha nova, cinta-liga, meias pretas 7/8 e salto alto. Maquiagem pesada, boca vermelha.

Assim que entrei no quarto, Júlia veio até mim rebolando e me beijou com fome, esfregando o corpo no meu enquanto olhava pro marido.

"Olha amor… o Thiiago chegou pra foder sua mulher direito", ela disse com voz manhosa, olhando pra Felipe.

Tirei a camisa devagar, mostrando o corpo definido. Júlia gemeu só de ver e já desceu o zíper da minha calça. Meu pau grosso pulou pra fora, pesado e latejando. Felipe olhava fixamente, o pintinho pequeno dele já duro dentro da cueca.

Júlia ajoelhou na minha frente e começou a me chupar com vontade, fazendo barulho, babando bastante. Olhava pro marido o tempo todo.

"É assim que se chupa um pau de verdade, amor. Tá vendo a diferença?"

Segurei a cabeça dela e fodi sua garganta com força, fazendo ela engasgar e babar no chão. Felipe respirava pesado, mas não conseguia falar por causa da mordaça.

Joguei Júlia na cama de quatro, bem de frente pro marido. Puxei a calcinha pro lado e meti meu pau inteiro de uma vez na buceta molhada dela. Ela soltou um gemido alto de prazer.

"Caralho, Thiiago! Você me enche toda…"

Comecei a meter forte, estocadas profundas e ritmadas, minhas bolas batendo na buceta dela. Segurava o cabelo dela como rédea e socava sem dó.

"Fala pra ele", ordenei.

"Amor… o pau dele é muito maior… ele tá batendo no meu útero… eu nunca senti isso com você!"

Felipe gemia abafado, o pauzinho dele babando pré-gozo sem nem ser tocado.

Acelerei, dando tapas fortes na bunda dela, deixando marcas vermelhas. Júlia gozou pela primeira vez gritando meu nome, buceta apertando meu pau.

Virei ela de lado, de frente pro marido, levantei uma perna dela e continuei metendo fundo, mostrando pra ele meu pau grosso entrando e saindo da esposa dele.

"Olha como ela tá molhada, corno. Nunca vi uma buceta tão encharcada."

Júlia gozou de novo, tremendo inteira. Quando senti que eu ia gozar, meti até o talo e enchi ela de porra quente, jatos grossos e longos. Gozei tanto que quando tirei o pau, a porra escorria em abundância pela buceta inchada dela, pingando no lençol.

Júlia olhou pro marido com um sorriso safado:

"Agora vem, amor. Faz seu trabalho."

Tirei a mordaça dele. Felipe, humilhado e excitado, se aproximou e começou a lamber toda a minha porra que escorria da buceta da esposa. Chupava, engolia, limpava tudo enquanto Júlia acariciava a cabeça dele.

"Que bom que você aceitou seu lugar, né corno?", eu disse, batendo meu pau ainda semi-duro no rosto dele.

Depois disso, fiz Júlia sentar no meu pau novamente e cavalgar, enquanto o marido assistia de perto, quase encostado. Gozei pela segunda vez dentro dela.

No final, Júlia deitou no meu peito, buceta ainda pingando, e falou pro marido:

"Thiiago vai dormir aqui hoje. Você pode dormir no sofá da sala… ou assistir de novo se quiser."

Obrigado por chegar até o fim!

Este conto foi escrito exclusivamente para este blog.

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