Havia preparado o porão especialmente para ela. Luzes vermelhas fracas, corrente pendurada no teto, mesa de bondage, velas pretas, plug anal, mordaça bola, chicote de tiras e o meu cinto de couro favorito.
Quando a porta se abriu, Laura desceu as escadas devagar. 27 anos, corpo escultural, pele clara. Usava apenas um trench coat preto. Parou no meio do cômodo e abriu o casaco, deixando ele cair no chão. Estava completamente nua por baixo, só com uma coleira de couro com argola no pescoço.
"Boa noite, Senhor Thiiago", disse ela, voz já rouca de tesão.
De joelhos.
Ela obedeceu imediatamente. Fui até ela, prendi a coleira numa corrente curta presa ao chão, forçando ela a ficar de quatro com a cabeça baixa. Circulei ao redor, arrastando o chicote de tiras pelas costas dela.
O primeiro golpe veio sem aviso, forte, no meio da bunda. Laura soltou um gemido agudo.
"Conta em voz alta."
"Um… Obrigada, Senhor."
Dei mais 14 golpes, alternando entre a bunda, coxas e costas. A pele dela ficou vermelha e marcada. Cada golpe fazia ela tremer e pingar de tesão, dava pra ver o mel escorrendo pela parte interna das coxas.
Levantei ela pela coleira e prendi seus pulsos na corrente do teto, braços esticados acima da cabeça. Coloquei a mordaça bola na boca dela e vendei seus olhos.
"Hoje você não vê nada. Só sente."
Peguei as velas pretas e comecei a pingar cera quente nos seios dela. Laura se contorcia, gemendo abafado pela mordaça. Desci a cera pela barriga, até chegar nas coxas. Depois, bem devagar, pinguei um pouco acima da buceta depilada. O corpo dela arqueava inteiro.
Ajoelhei na frente dela e enfiei dois dedos grossos na buceta encharcada, metendo rápido enquanto continuava pingando cera nos mamilos. Ela estava tremendo, gozando pela primeira vez só com meus dedos.
Tirei a mordaça por um momento.
"Implora."
"Por favor, Senhor… me fode… me usa como quiser…"
Virei ela de costas, ainda pendurada, e enfiei meu pau grosso de uma vez só na buceta molhada. Meti com força bruta, segurando a cintura dela, estocadas profundas que faziam o corpo dela balançar na corrente.
Dava tapas fortes na bunda já marcada enquanto socava.
Depois tirei e posicionei o pau na entrada do cu dela. Cuspi e empurrei devagar, sentindo ela se abrir. Quando estava todo dentro, segurei o cabelo dela e comecei a foder o cu com força.
"Essa bundinha é minha, né?"
"Sua… toda sua, Senhor!"
Troquei de buraco várias vezes, buceta, cu, buceta, cu, deixando ela completamente destruída de prazer. Quando senti que ela ia gozar de novo, enfiei um plug anal grande e voltei a foder a buceta com força total.
Gozei forte dentro dela, enchendo a buceta de porra quente. Tirei e fiz ela ficar de joelhos, ainda vendada e com o plug no cu. Coloquei meu pau na boca dela e gozei o resto na língua.
"Engole tudo."
Ela engoliu obediente, lambendo até limpar.
No final, desamarrei ela, tirei a venda e a abracei no sofá do porão. Laura estava com o corpo marcado, cera seca, bunda vermelha e buceta inchada pingando minha porra.
"Você foi uma ótima submissa hoje", elogiei, passando a mão no cabelo dela.
Laura sorriu fraca, voz rouca:
"Obrigada, Senhor… Quando vai ser a próxima sessão?"
Obrigado por chegar até o fim!
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