Sob os saltos

 

Estava sentado no sofá do apartamento, só de calça jeans aberta, quando ela chegou.

Isabela, 25 anos, alta, pernas intermináveis e uma expressão de quem sabe exatamente o poder que tem.

Usava um vestido preto curto e, o que mais importava: um par de scarpins pretos de verniz com salto 15cm, finos e assassinos.

"Boa noite, Thiiago", disse ela com voz baixa e autoritária. "De joelhos."

Obedeci sem hesitar. Fiquei de joelhos na frente dela. Isabela sentou na poltrona à minha frente, cruzou as pernas e balançou um pé lentamente, o salto brilhando sob a luz.

"Cheira."

Aproximei meu rosto do sapato. O cheiro de couro, verniz e o leve aroma de seus pés suados depois de um dia inteiro de uso me deixou imediatamente duro. Inalei profundamente, roçando o nariz na sola do scarpin.

"Que patético… tão excitado só por causa de um sapato", ela riu, debochando.

Ela tirou um pé do sapato e pressionou a sola quente e levemente úmida contra meu rosto. O cheiro forte de pé + couro invadiu minhas narinas. Lambi devagar, passando a língua pela sola, chupando os dedos do pé dela por cima da meia fina 7/8 preta.

"Chupa direito. Como se fosse meu pau."

Enfiei os dedos dela na boca, sugando um por um, lambendo entre eles, sentindo o gosto salgado. Meu pau latejava dentro da calça.

Isabela sorriu maliciosamente e colocou o salto do outro pé sobre meu ombro, pressionando devagar. Depois desceu até meu peito, empurrando-me contra o chão. Deitei de costas. Ela levantou e começou a pisar leve em mim, primeiro no peito, depois descendo pela barriga, até chegar bem perto do meu pau.

Olha como você fica duro quando eu te piso…

Ela pressionou a sola do sapato por cima da minha calça, esfregando meu pau com o salto. A pressão era deliciosa e perigosa ao mesmo tempo. Gemi alto.

Isabela tirou os dois sapatos e me mandou deitar no chão da sala. Subiu em mim, colocando um pé (ainda de meia) na minha boca e o outro no meu pau, masturbando-me com a sola enquanto eu chupava seus dedos.

"Você é meu tapete humano hoje", falou, aumentando a pressão.

Depois de me deixar babando, ela tirou as meias e colocou os pés descalços direto na minha cara. O cheiro estava mais forte agora, quente, natural, viciante. Lambi cada centímetro, chupando os dedos, passando a língua pela planta do pé enquanto ela se masturbava olhando pra mim.

"Quero gozar no seu rosto enquanto você cheira meus pés."

Ela sentou no meu peito, virou de frente pra minhas pernas e colocou os dois pés no meu rosto, esfregando forte. Eu lambia desesperado. Ao mesmo tempo, ela abriu minha calça, pegou meu pau e começou a bater punheta rápida.

Quando senti que ia gozar, ela apertou os pés com mais força na minha cara, cobrindo meu nariz e boca. Gozei forte, jatos grossos voando na minha própria barriga e peito. Isabela gozou logo depois, gemendo alto, esfregando a buceta molhada no meu peito.

Ainda ofegante, ela esfregou um pé na minha porra, sujando a sola, e trouxe de volta pra minha boca:

"Limpa."

Chupei e lambi minha própria porra dos pés dela, humilhado e completamente satisfeito.

Isabela sorriu, passando o salto do scarpin no meu peito marcado:

"Da próxima vez vou usar as botas de cano longo… e você vai lamber até o joelho."

Obrigado por chegar até o fim!

Este conto foi escrito exclusivamente para este blog.

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