Quando o corpo fala mais alto que a cabeça

 



Tem dias que a cabeça tenta controlar tudo. “Não agora”, “isso é demais”, “gente grande não faz isso”.
Mas o corpo… ah, o corpo não mente nunca.

Ele avisa. Fica quente. Lateja. Fica molhado. Pede. E quanto mais eu ignoro, mais alto ele grita. Aprendi a ouvir. Quando sinto aquela onda subindo, eu paro o que tô fazendo e me dou atenção. Às vezes é só apertar a coxa, sentir o volume, lembrar que tô vivo. Outras vezes tranco a porta, tiro a roupa e me entrego completamente.

Eu gosto de me explorar sem pressa. Passar as mãos pelo peito, beliscar os bicos devagar, descer pela barriga até pegar no pau já duro. Gosto de sentir o peso dele, a pele macia, a cabeça sensível. Gosto de espalhar o pré-gozo com o polegar e ficar ali, provocando, sem pressa de gozar.

E quando desço mais… quando os dedos molhados encontram meu cu e começam a circular, aí eu entro em outro nível. É como abrir uma porta secreta. Cada centímetro que entra me faz gemer diferente. Mais grave. Mais animal.

Eu me fodo com os dedos pensando em tudo que quero de verdade. E nesses momentos não existe certo ou errado. Existe só o prazer. Existe só eu e meu corpo sendo honestos um com o outro.

Depois que gozo, vem a melhor parte: aquela paz. A mente fica quieta. O corpo agradece. E eu me sinto mais eu do que nunca.

Obrigado por chegar até o fim!
Este conto foi escrito exclusivamente para este blog.
📖 Gostou? Compartilhe o link da publicação, não o texto.
© Todos os direitos reservados. A reprodução total ou parcial deste conteúdo sem autorização é proibida.

Postar um comentário

0 Comentários