Estou em Floripa a trabalho, hospedado num hotel boutique escondido na beira da Praia Mole. Quarto 1408, vista pro mar agitado, luzes baixas, cheiro de incenso e couro novo. Chego depois de uma reunião chata e encontro ela já esperando: Beatriz, 26 anos, executiva que conheci num app discreto. Ela está de joelhos no tapete, vestindo só uma lingerie preta de couro com correntes finas, olhos vendados com uma faixa de seda preta, mãos amarradas atrás das costas com algemas de veludo. "Boa noite, Senhor", sussurra quando ouve a porta fechar.
Meu pau endurece na hora. Tiro o terno devagar, deixando cair no chão, e caminho até ela. "Você obedeceu direitinho, né, minha putinha?", digo baixo, voz grave. Ela assente, mordendo o lábio. Ajoelho na frente dela, seguro o queixo e beijo forte, mordendo o lábio inferior até ela gemer. Minhas mãos descem pros peitos fartos, apertando os mamilos duros por cima do couro, torcendo devagar até ela arquear as costas.
"Levanta", ordeno. Ela se ergue, ainda vendada. Guio ela até a cama king size, sento na beira e puxo ela pro meu colo de bruços. Levanto a calcinha de lado, expondo a bunda redonda e a buceta já molhada. Dou o primeiro tapa forte, o som ecoa no quarto. Ela geme alto: "Mais, por favor, Senhor". Dou mais cinco, alternando, deixando marcas vermelhas que brilham na luz fraca. Entre cada tapa, enfio dois dedos na buceta dela, sentindo o calor apertado, metendo rápido até ela tremer.
"Vira de frente", mando. Ela obedece. Abro as pernas dela, amarro os tornozelos nas colunas da cama com cordas macias, as pernas abertas, exposta. Tiro a venda devagar. Seus olhos castanhos me encaram cheios de tesão e submissão. "Olha pra mim enquanto eu te como", digo, posicionando meu pau na entrada. Entro devagar, sentindo cada centímetro ser engolido pela buceta quente e molhada. Meto ritmado no começo, depois acelero, bolas batendo forte no clitóris inchado.
Ela geme sem parar: "Thiiago… me fode mais forte… me usa!". Seguro o pescoço dela com uma mão (leve pressão, consensual), a outra no clitóris, esfregando em círculos rápidos. Ela goza gritando, corpo convulsionando, buceta apertando meu pau como um torno. Não paro: viro ela de quatro (ainda amarrada nos pulsos), empino a bunda e entro por trás, metendo com fúria. Uma mão no cabelo puxando pra trás, a outra dando tapas na bunda enquanto meto fundo.
"Quer minha porra onde?", pergunto rouco. "Na boca, Senhor… por favor", ela implora. Tiro, desamarro as mãos e ela ajoelha na hora. Chupa voraz, garganta profunda, saliva escorrendo, olhos nos meus. Masturbo rápido e gozo forte na boca dela, jatos grossos que ela engole tudo, lambendo a cabeça pra limpar. Depois, deito ela de costas, lambo a buceta melada devagar, chupando o clitóris até ela gozar de novo na minha boca, jorrando quente.
Caímos na cama, suados, ofegantes. Ela se aninha no meu peito: "Você me destruiu de um jeito bom, Thiiago". Eu sorrio: "Amanhã tem continuação… com brinquedos que eu trouxe na mala".
Obrigado por chegar até o fim!
Este conto foi escrito exclusivamente para este blog.
📖 Gostou? Compartilhe o link da publicação, não o texto.
© Todos os direitos reservados. A reprodução total ou parcial deste conteúdo sem autorização é proibida.

0 Comentários