Desde a primeira live, Lucas (30 anos, interior de São Paulo) ficou obcecado por mim.
Ele assistia todas as minhas transmissões, comprava todos os vídeos privados, gozava várias vezes por noite só de me ver gozando na tela. Mandava mensagens tímidas no privado: “Você é meu vício, Thiiago… um dia eu quero sentir você de verdade”. Eu respondia pouco, mas sabia que ele vivia contando os dias.
Até que um fim de semana eu decidi fazer uma trilha solo na Serra do Caparaó, perto da divisa com Minas. Postei nos stories que estaria lá. Horas depois, ele me mandou uma mensagem:
“Eu tô indo te encontrar. Não aguento mais só te ver na tela.”
Cheguei primeiro. O ar da serra era frio e puro, o mato fechado, trilha quase deserta. Eu estava de short de corrida justo, regata molhada de suor e um par de tênis já sujos de terra. O suor escorria pelo meu corpo depois de quase duas horas subindo.
Quando cheguei num mirante mais reservado, lá estava ele. Lucas. Cabelo bagunçado, olhos brilhando de nervoso e desejo acumulado de meses. Ele vestia uma camiseta justa e um short que deixava as coxas grossas à mostra.
Thiiago… você é ainda mais gostoso ao vivo, disse ele, voz tremendo.
Não falei nada. Só puxei ele pela cintura e o beijei com força. Meses de desejo reprimido explodiram ali. Nossas línguas se enroscaram, mãos explorando o corpo um do outro. Eu sentia o coração dele disparado.
Sentei numa pedra grande e tirei os tênis. As meias estavam encharcadas de suor da trilha. Lucas se ajoelhou na terra na minha frente, olhos vidrados.
Eu sonhei tanto com isso… murmurou.
Ele encostou o nariz nas minhas meias quentes e inalou profundamente, gemendo de tesão. Depois tirou as meias com os dentes e começou a lamber meus pés suados: chupava cada dedo, passava a língua entre eles, lambia a sola inteira como se fosse o melhor gosto do mundo. Eu segurava a cabeça dele, sentindo meu pau endurecer dentro do short.
Você é mesmo um putinho fissurado por mim, né?
Sou… sou seu putinho, Thiiago.
Tirei o short e enfiei meu pau grosso na boca dele. Lucas chupava com devoção, garganta profunda, baba escorrendo, olhando pra cima como quem finalmente realizava um sonho. Enquanto ele me mamava, eu enfiava o pé na boca dele também, fazendo ele chupar e lamber ao mesmo tempo.
Levantei ele, virei de costas contra uma árvore e abaixei o short dele. A bunda era redonda, macia e completamente virgem pra mim. Cuspi bastante, lambi o cuzinho apertado e enfiei devagar. Lucas gemeu alto, unhas cravadas na casca da árvore.
Devagar… você é enorme…
Quando estava todo dentro, comecei a meter com vontade. Estocadas fundas, ritmadas, minhas bolas batendo na bunda dele enquanto o vento da serra balançava as folhas ao nosso redor. Eu segurava a cintura dele e socava, marcando território.
Meses me desejando… agora toma esse pau de verdade.
Mudei de posição: deitei ele no chão de folhas, levantei as pernas dele nos meus ombros e meti olhando nos olhos. Lucas gemia meu nome, pau dele babando sem parar.
Goza dentro… por favor… me marca…
Acelerei, metendo forte até gozar fundo, enchendo o cu dele de porra quente e grossa. Lucas gozou logo depois, jatos fortes no próprio peito, tremendo inteiro.
Ficamos deitados no mato, suados, sujos de terra, meu pau ainda pulsando dentro dele. Ele passou a mão no meu peito e sussurrou:
Eu esperei meses por isso… agora não quero mais ir embora.
Eu sorri, beijando o pescoço dele:
Então não vai. Essa trilha foi só o começo.
Obrigado por chegar até o fim!
Este conto foi escrito exclusivamente para este blog.
📖 Gostou? Compartilhe o link da publicação, não o texto.
© Todos os direitos reservados. A reprodução total ou parcial deste conteúdo sem autorização é proibida.

2 Comentários
A forma como descreveu a ansiedade, o desejo acumulado e a entrega do personagem Lucas me fez sentir cada momento junto com ele. Um conto cheio de tensão, tesão e emoção. Muito bom.
ResponderExcluirMuito obrigado! Que bom que você curtiu a jornada do Lucas. Tentei colocar bastante tensão e desejo acumulado mesmo, fico feliz que tenha funcionado.
Excluir