Eu chego em casa depois de um dia longo, ainda com o cheiro de academia no corpo, suor misturado com perfume amadeirado. Abro a porta do apartamento e lá está ela, vamos chamar de Marina, 26 anos, corpo de academia que desafia a gravidade: peitos firmes que quase rasgam a blusinha justa, cintura fina e uma bunda redonda que implora pra ser apertada. Ela está esperando no sofá, pernas cruzadas, usando só uma calcinha preta de renda e uma camisa minha aberta na frente, deixando os mamilos rosados à mostra. Sorri daquele jeito safado que me deixa louco.
"Demorou, Thiiago… já tô molhada faz meia hora pensando em você me fodendo."
Nem respondo com palavras. Jogo a mochila no chão, tiro a camisa num movimento só e caminho até ela. Puxo ela pelo braço, levanto do sofá e a encosto na parede da sala. Minha boca devora a dela num beijo bruto, língua invadindo, mordendo o lábio inferior até ela gemer alto. Minhas mãos já estão apertando aqueles peitos perfeitos, polegar roçando o bico duro enquanto ela se esfrega contra minha coxa.
"Você quer pau, né, sua putinha?", falo no ouvido dela, voz rouca. Ela assente, mordendo o próprio lábio.
Ajoelho rápido, arranco a calcinha dela com um puxão, o tecido rasga fácil. A buceta dela tá inchada, brilhando de tesão, clitóris pulsando. Passo a língua devagar da entrada até o topo, provando o gosto salgado-doce dela. Ela agarra meu cabelo, empurrando minha cara contra ela. Chupo forte o clitóris, sugando como se fosse o último dia da Terra, enquanto enfio dois dedos bem fundo, curvando pra acertar aquele ponto que faz ela tremer inteira.
"Caralho, Thiiago… vai… me faz gozar na tua boca!
"Aumento o ritmo, dedos metendo rápido, língua rodopiando sem parar. Ela goza em menos de um minuto, gritando meu nome, as coxas apertando minha cabeça enquanto jorra quente na minha boca. Engulo tudo, lambendo devagar pra limpar cada gota.
Levanto, já abrindo a calça. Meu pau tá duro pra caralho, veias saltadas, cabeça melada de pré-gozo. Ela se ajoelha na hora, sem eu precisar mandar. Pega com as duas mãos, masturbando devagar enquanto lambe da base até a cabeça, olhando nos meus olhos. "Quero sentir esse pau me rasgando", diz antes de engolir tudo. A boca quente dela desce até a garganta, engasgando um pouco, saliva escorrendo pelo queixo. Fodo a boca dela segurando a nuca, estocadas firmes, sentindo a garganta apertar toda vez que ela engole.
"Chega", rosno, puxando ela pelos cabelos. Viro ela de costas, empino aquela bunda gostosa e dou um tapa forte que deixa a marca vermelha. Ela geme alto, empinando mais. Posiciono a cabeça na entrada molhada e empurro de uma vez, sentindo ela se abrir toda ao meu redor. "Porra, que buceta apertada…".
Começo devagar, sentindo cada centímetro ser engolido, depois acelero. Meto forte, bolas batendo no clitóris dela a cada estocada. Ela apoia as mãos na parede, rebolando contra mim, pedindo mais. "Me fode como sua vadia, Thiiago… me enche de porra!
Seguro a cintura dela com uma mão, a outra no cabelo, puxando pra trás enquanto meto com força total. O som molhado da buceta dela engolindo meu pau enche a sala. Ela goza de novo, apertando tão forte que quase me faz gozar junto. Paro um segundo, viro ela de frente, levanto uma perna dela no meu ombro e volto a meter fundo, olhando nos olhos dela enquanto o pau entra e sai.
"Olha pra mim enquanto goza de novo", mando. Ela obedece, olhos vidrados, boca aberta gemendo sem parar. Sinto ela pulsar mais uma vez, o corpo tremendo. Não aguento: acelero, meto até o talo e gozo forte, enchendo ela de jatos quentes, porra escorrendo pelas coxas dela enquanto ainda meto devagar, prolongando o prazer.
Caímos no chão, suados, ofegantes. Ela deita no meu peito, ainda sentindo as contrações.
"Você me destruiu hoje", ela sussurra, rindo fraco.E eu digo, é só o começo da noite, Marina. Ainda tem mais três rodadas pela frente.
Obrigado por chegar até o fim!
Este conto foi escrito exclusivamente para este blog.
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