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A Coroa safada do 801 que não aguentava mais o marido velho

 

Era uma quinta-feira à noite. Depois da academia, tava subindo as escadas do prédio quando a porta do 801 abriu.
Era a Vera, 51 anos, coroa gostosa pra caralho. Corpo ainda firme, peitos grandes e pesados, bunda redonda, quadril largo e um olhar de quem não transava direito há anos. Viúva há pouco tempo, mas o marido anterior “não dava conta” fazia tempo. Ela tava com um robe de seda preto semi-aberto, quase sem nada por baixo.

“Thiiago… pode entrar rapidinho? Meu ar-condicionado parou de funcionar e tá um calor insuportável.”

Eu entrei. Mal fechei a porta e ela já deixou o robe cair no chão. Corpo maduro completamente nu na minha frente: peitos caídos mas ainda bonitos, buceta com penugem grisalha molhada brilhando, coxas grossas.

“Não aguento mais, Thiiago… faz meses que não sinto um pau de verdade. Meu marido só ficava vendo TV. Me fode como se eu fosse uma puta de 20 anos.”

Não falei nada. Tirei a camisa, mostrando o corpo tatuado e definido. Vera lambeu os lábios.

“Meu Deus… que corpo.”

Puxei ela pelo cabelo e enfiei a língua na boca dela. Beijo molhado, guloso. Minhas mãos apertavam aqueles peitos pesados, mamilos duros entre os dedos. Desci a mão e enfiei dois dedos na buceta dela, estava encharcada.

“De joelhos, Dona Vera. Chupa o pau do vizinho jovem.”

Ela caiu de joelhos com fome. Tirou meu pau de 21cm grosso pra fora e engoliu metade de uma vez. Chupava com experiência, garganta profunda, saliva escorrendo pelos cantos da boca, lambendo as bolas pesadas como quem sabia exatamente o que fazer.

“Isso, coroa safada… mama gostoso. Engole tudo.”

Depois de deixar o pau babado, joguei ela de quatro no sofá da sala.
“Empina essa bunda madura pra mim.”

Cuspi na buceta e meti tudo de uma vez. Vera soltou um gemido alto:
“Ai, Thiiago… que delícia! Me arromba, menino!”

Comecei a socar forte, fundo, bolas batendo na bunda dela. Cada estocada fazia os peitos pesados balançarem. Dei tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas.

“Gosta de pau jovem, né sua puta? Diz pra mim.”
“Adoro! Fode essa coroa, Thiiago! Me usa como quiser!”

Tirei da buceta e esfreguei no cuzinho dela.
“Agora o cu, Dona Vera. Vou arrombar o buraco que seu marido nunca pegou.”

Forcei devagar, depois meti tudo. Vera gritou de prazer e dor misturados:
“Caralhooo… tá me rasgando… não para!”

Eu metia selvagem, puxando o cabelo dela como rédea, mão dando tapas na bunda. Ela gozou duas vezes, uma na buceta, outra no cu, tremendo inteira, squirt escorrendo pelas coxas grossas.

Não aguentei mais. Meti até o talo no cu dela e explodi: jatos grossos e quentes enchendo tudo, vazando pelos lados enquanto eu tirava devagar.

A porra escorria pela bunda madura dela.
“Agora limpa, coroa.”

Vera virou, chupou meu pau sujo com gosto, lambendo cada gota, olhos vidrados de tesão.
Quando terminou, ainda de joelhos, ela falou ofegante:
“Thiiago… volta amanhã. Quero que você me foda todo dia que o prédio estiver vazio. Sou tua puta madura agora.”

Eu sorri, dando um tapa na bunda dela:
“Então prepara esse cu e essa buceta, Dona Vera. Da próxima vez eu trago um amigo pra gente arrombar você juntos.”

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